Diversidade e Inclusão na prática

Aqui na Yara, nós temos um compromisso inegociável com a Diversidade e Inclusão.

Sabemos que somos todos diversos, e acreditamos que são essas diferenças que nos completam. Hoje, aqui na Yara, temos quatro grupos de diversidade. Entre eles, o Diferente&Igual, que surgiu a partir de uma necessidade real e urgente da nossa sociedade: a inclusão de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho. Dentro da Yara, este grupo estuda a implementação de ações que façam os ambientes, as pessoas e o cotidiano ser mais inclusivo e acessível. Além disso, também investimos na contratação e treinamento desses profissionais.

Na semana do Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, celebrado na última segunda-feira, dia 21/09, a Yara Brasil lança o programa “Inclusão em Ação 2020”, uma iniciativa que promove a contratação e o desenvolvimento acelerado de profissionais PCDs. A ação tem como objetivo respeitar, valorizar, incluir e, dessa forma, estimular a diversidade e a chegada de novos profissionais na empresa.

Por uma comunicação acessível a todos

A pandemia mudou nossas rotinas e necessidades. Todos precisaram se adaptar e passamos a nos comunicar (e até mesmo sorrir) com os olhos, já que o uso da máscara tornou-se obrigatório. No entanto, esse equipamento de proteção traz à tona obstáculos para nossos colegas, amigos e familiares surdos e deficientes auditivos, que, muitas vezes, compreendem os ouvintes apenas pelas expressões faciais e leitura labial.

Pensando em como amenizar essa situação, o Supervisor de Manutenção Manoel Cosme buscou uma alternativa: fazer máscaras com transparência para melhorar o diálogo com o colega Giovani Jorge Bassini, que é surdo. “Durante a pandemia, com o uso diário de máscaras, a comunicação com nosso colega ficou prejudicada, pois ficava impossível para ele fazer a leitura labial. Após a aquisição das máscaras especiais, a comunicação de toda a equipe com o Giovani ficou melhor, um entendimento mais fácil para ele”, diz Manoel.

Giovani trabalha há 12 anos na Unidade da Yara em Rio Grande e se adaptou durante esse período cheio de desafios, respeitando todas as medidas necessárias para evitar o coronavírus. Porém, ele conta que com a máscara tradicional, muitas vezes, não sabia se as pessoas estavam falando com ele e, por isso, aprovou o novo modelo. “Com a máscara fechada eu não conseguia conversar. Tinha que explicar a todos que sou surdo, precisava pedir às pessoas para escreverem o que estavam falando. Com mais pessoas utilizando a nova máscara, eu e todos os outros surdos que trabalham aqui, conseguimos uma melhor comunicação”, destaca o Operador de Manutenção Geral.


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