Solidariedade dos colaboradores da Yara chega até a mesa das pessoas em situação de vulnerabilidade social

Alimentos foram comprados de produtores rurais locais da cidade do Rio Grande e entregues a entidades assistenciais.


Para encerrar o ano desafiador de 2020, a Yara Brasil organizou um momento on-line de confraternização com seus colaboradores: as festas presenciais das unidades foram canceladas, a oportunidade de aproximar as 7 mil pessoas que trabalham na Yara Brasil surgiu e foi um sucesso. Durante o evento, a solidariedade dos colaboradores foi demonstrada por meio de doações que ultrapassaram (e muito!) a meta esperada. A empresa dobrou o valor doado pelos colaboradores e isso viabilizou muita comida na mesa de quem precisa. Só em Rio Grande foram entregues 4.010 kg de alimentos para 28 Entidades Sociais.

A ação foi estruturada pelo Projeto Campo Favela, que é mantido pela Yara Brasil. Todos os alimentos são comprados de pequenos produtores rurais locais e doados a quem precisa. A ideia é apoiar as duas pontas dessa cadeia: fazer girar o agronegócio local e fazer a nossa parte para amenizar a fome dos necessitados.


Os alimentos foram comprados de produtores que plantam hortifrutis na Ilha dos Marinheiros, na Palma, em São José do Norte, na Ilha da Torotama, do Leonídio, na Quinta e outros lugares da cidade. Pessoas como o Sr. Fábio, que está com dificuldade de vender sua produção mas segue na batalha de todo dia. “Esses melões eu ia perder, estão maduros e deliciosos, mas as coisas estão difíceis e não conseguiríamos vender. Muito bom que saiu esse projeto. Eu trouxe esses, que foram comprados, e mais esses, como doação, para ajudar.”, Conta o produtor rural que mora na Ilha dos Marinheiros,  um dos distritos rurais de Rio Grande. 



As frutas e legumes do Sr. Fábio, junto com a produção de outros pequenos agricultores, foram entregues para instituições por meio do Banco de Alimentos e do Mesa Brasil e chegarão na mesa de muitas famílias. 110 delas moram no bairro Atlântico Sul, na periferia do Balneário Cassino, em situação de extrema miséria, onde Aline coordena a produção e distribuição diária de alimentos.



“A situação dessas pessoas é muito precária, é fome, de verdade. Agora, na pandemia, a gente faz a comida e entrega em viandas para que eles tenham o que comer. Tudo é doação, damos um jeito sempre, mas é muito difícil, porque é muita necessidade.” – explica.

A solidariedade dos colaboradores, que passou pelo Seu Fábio, chegou na Aline e estará na mesa de quem mais precisa.




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